O BluaDiagnostics lida com um contexto sensível (saúde), então a gente levou a segurança a sério mesmo sendo um projeto acadêmico. Aqui está o que a gente fez e como reportar um problema.
Se você achar uma falha de segurança, por favor não abre uma issue pública. Manda uma mensagem direto pra alguém do grupo descrevendo o problema. A gente avalia e corrige o quanto antes.
- Nenhuma API key fica no código ou no histórico do Git. A chave vem
sempre de variável de ambiente ou do arquivo
.env. - O
.envestá no.gitignore, então nunca é enviado pro repositório. - Tem um
.env.examplesó de modelo, sem chave de verdade.
- Todos os dados de paciente no projeto são fictícios (a Maria e o Carlos foram inventados pra demonstração).
- Em um cenário real, dados de saúde são protegidos pela LGPD. Por isso, no roadmap do relatório técnico a gente aponta que a versão de produção deveria rodar o modelo localmente (pra os dados não saírem da infra da operadora) e pseudonimizar qualquer dado antes de mandar pra fora.
O sistema foi desenhado pra nunca passar do papel dele:
- Nunca dá diagnóstico definitivo nem receita medicamento.
- Tem guardrails que detectam emergências e mandam pro SAMU 192 automaticamente, antes mesmo de o modelo responder.
- Recusa pedidos fora do escopo de saúde.
- Resiste a tentativas de "jailbreak" (quando alguém tenta fazer ele ignorar as regras).
Esses limites são testados na suite de evals (categorias red_flag e
jailbreak).
Esse é um projeto acadêmico. Antes de qualquer uso real, seria preciso:
- Validação clínica formal com profissionais de saúde.
- Auditoria de segurança e de conformidade com a LGPD.
- Substituir as ferramentas simuladas por integrações reais com autenticação adequada.
Esse projeto é uma entrega acadêmica e não tem versões com suporte
contínuo. As dependências estão travadas no requirements.txt.